Zé Carlos

Gato Fedorento lançam CD/DVD

O quarteto Gato Fedorento lança hoje um CD/DVD que reúne as melhores músicas do seu mais recente programa “Zé Carlos”, exibido pela SIC no ano passado.

Momentos como “Rústicos pelo epicurismo” ou “Canção da cacofonia” são alguns dos temas que fazem parte da colectânea editada pelos humoristas Ricardo Araújo Pereira, Tiago Dores, Miguel Góis e José Diogo Quintela, bem como pelo autor das músicas, Armando Teixeira.

Gato Fedorento sem penalização da ERC por "Louvado sejas, ó Magalhães"

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O bom senso imperou. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou que os “Gato Fedorento” não violaram os limites legais de liberdade de expressão e de criação artística no sketch do programa “Zé Carlos”, da SIC, quando parodiaram o computador Magalhães, comparando-o a uma eucaristia.

Após 122 queixas de espectadores, que consideraram “Louvado sejas, ó Magalhães” como ofensivo, a ERC analisou o caso e optou por não penalizar o quarteto.

(Recorde o sketch já a seguir)

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Gato Fedorento da SIC abaixo do Gato Fedorento da RTP

É certo que os resultados das audiências não foram tão bons como nos programas feitos para a RTP mas, ainda assim, o quarteto Gato Fedorento segurou as audiências da SIC ao domingo à noite.

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Depois de “Zé Carlos”, que terminou a temporada episódios no domingo, Tiago Dores, José Diogo Quintela, Miguel Góis e Ricardo Araújo Pereira vão fazer nova pausa nos programas televisivos mas vão continuar a trabalhar em anúncios publicitários do Meo.

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Ricardo Araújo Pereira e o formato de "Zé Carlos": "que se lixe"

Na primeira entrevista desde o início de “Zé Carlos”, Ricardo Araújo Pereira anuncia que depois deste ciclo, que termina em Dezembro, o próximo programa apenas vai estrear em Outubro de 2009 e ainda não pensaram nele.

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Nessa entrevista ao Correio da Maia e em relação ao formato do programa, assinala que foram sempre criticados por escolherem seja que formato for. Já o quarteto não está muito preocupado com isso. Diz RAP que “no seio do nosso grupo, a opinião é unânime: sinceramente, queremos que o formato, digamos, se lixe”.

O humorista salienta que a actualidade em Portugal “está desinteressante” e conta que em quatro programas, desde o dia 5 de Outubro, fizeram três sketches sobre o “Magalhães”.

"Caia quem caia" ficou em segundo lugar nas audiência de sábado

A estreia de “Caia Quem Caia”, programa de apanhados especiais da TVI, foi vista por 13,2 por cento dos portugueses, o que lhe rendeu um segundo lugar na tabela diária do último sábado. Apenas teve à sua frente a novela “Feitiço de Amor”, também da TVI. 

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O programa que se sustenta de apanhados a personalidades, sobretudo da política, atingiu o seu pico máximo de consumo às 21h49. Em quota de espectadores, a sua média foi de 35,4%.

No balanço do passado domingo, dia de futebol, refira-se que “Zé Carlos”, da SIC, última criação de os “Gato fedorento”, ficou em quarto, com 11,8% de audiência média e 32,1% de “share”.

‘Zé Carlos’ cresce em audiência

O segundo programa ‘Zé Carlos’, na SIC, registou um resultado superior, em audiências, à estreia. No domingo, o programa do quarteto gato Fedorento obteve 14,6 por cento de audiência média e 34,8% de quota de espectadores, situando-se na tabela logo a seguir à telenovela “A Outra”, da TVI, que liderou o top, com 17,4% e 41,7%.

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Na edição inicial, o programa, com cerca de 40 minutos, tinha-se ficado por 10,7% e 25,6%, respectivamente. O valor atingido no segundo programa coloca a equipa de humoristas na linha do seu melhor obtido na RTP, com “Diz que é uma espécie de magazine”.

O programa voltou a apostar na política, visando o Presidente da República, Cavaco Silva, e José Sócrates.

‘Caia quem caia’ aposta em ‘apanhar’ políticos e em fazer concorrência aos Gato Fedorento

A equipa de repórteres fictícios de “Caia quem caia”, o novo programa da TVI – uma espécie de apanhados -, está a apostar forte e não vai poupar ninguém. José Sócrates já foi vítima de uma abordagem.

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Um cumprimento ao primeiro-ministro serviu de lançamento. O JN conta, referindo uma fonte oficial do gabinete do líder do executivo, que um dos elementos do programa aproximou-se do primeiro-ministro oferecendo-lhe uma garrafa que continha um líquido cor-de-rosa, com um rótulo no qual estava escrita uma graça. O falso repórter soltou uma frase de conteúdo provocatório.

Hugo Chávez, Cavaco Silva, António Costa, Durão Barroso e Marques Mendes já fazem parte do grupo de políticos apanhados para o ‘Caia Quem Caia’.

Os ministros têm sido alvos preferenciais dos elementos do programa, que também tentaram ‘apanhar’ a actriz Susan Sarandon. O escritor José Luís Peixoto, na apresentação da série ‘Protagonistas’ do Biography Channel, foi outro dos que foram apanhados.

A estreia do programa continua em segredo mas deve ser durante este mês. A emissão deve ocorrer ao domingo à noite, em concorrência directa ao ‘Zé Carlos’, do quarteto Gato Fedorento. José Pedro Vasconcelos é um dos tais ‘repórteres’. Joana Cruz também faz parte da equipa.

Todos os ‘repórteres’ andam vestidos de fato preto, com uma câmara discreta a acompanhá-los. O microfone é quadrado e tem a sigla ‘CQC’.

‘Gato Fedorento’ perdeu embate com ‘Fascínios’

O novo programa dos Gato Fedorento não ficou bem nem mal no retrato das audiências de domingo. ‘Zé Carlos’ foi batido, no horário de exibição, pela telenovela da TVI, ‘Fascínios’, que obteve o dobro da audiência. fascinios_0710

 

O programa de estreia foi ainda batido pelo Jornal Nacional, da TVI, o segundo programa mais visto do domingo. ‘A minha geração’, com Catarina Furtado (RTP), ficou fora da tabela dos 15 mais vistos (5.2% de audiência total e 13.3% de audiência média).

Ainda assim, Ricardo Araújo Pereira e ‘convidados’ foram vistos por um milhão de pessoas, o que corresponde a 10,7 por cento de audiência total. Na TVI, mais de dois milhões acompanharam o derradeiro episódio da telenovela, que teve assim 21,9 por cento de audiência total. Os dados são da empresa Media Monitor.

Em audiência média, 55,1 por cento dos espectadores que estavam a ver televisão estavam atentos à novela da TVI, enquanto 25,6 por cento viram o programa de humor na SIC.

A novela da TVI foi mais vista no interior e pela classe mais baixa. ‘Zé Carlos’ teve a preferência do público da Grande Lisboa, de nível económico elevado e da faixa 25/34 anos.

Ainda assim, o arranque dos Gato Fedorento na SIC foi mais visto que a estreia do anterior programa, ‘Diz que é uma espécie de maganize’, na RTP. Há dois anos, o programa número um foi visto por 889 mil espectadores (9,4 por cento de audiência total). Os restantes 24 programas da série da RTP superaram a audiência da estreia.

Gato Fedorento estreiam ‘Zé Carlos’

É garantido. ‘Zé Carlos’ aparece este domingo, lá pelas 21h55. Na SIC. Falamos, claro, do novo programa do quarteto Gato Fedorento.

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Num registo muito próximo de ‘Diz que é uma espécie de magazine’, ‘Zé Carlos’ vai ser gravado no sábado anterior, terá público em estúdio, sketches e, volta e meia, até pode ter convidados. Neste aspecto os quatro humoristas não foram muito claros, na apresentação do programa. Nem se estava à espera que o fossem.

O programa, com cerca de 40 minutos de duração, não terá ‘tesourinhos deprimentes da RTP’ mas terá ‘gaffes’ da SIC. E vai ter actualidade, sempre a actualidade a marcar o humor.

O grupo, José Diogo Quintela, Tiago Dores, Miguel Góis e Ricardo de Araújo Pereira, sempre esteve convicto do nome ‘Zé Carlos’, apesar das reticências iniciais da SIC. Como o contrato é de dois anos, devem ser exibidas duas séries de 13 episódios cada.

Os quatro elementos do Gato conheceram-se nas Produções Fictícias, escrevendo textos para o programa ‘Perfeito Anormal’, de Nuno Markl e Fernando Alvim, na SIC Radical. Foi nesse canal que tiveram a primeira oportunidade. Fizeram a ‘Série Fonseca’, em 2003, depois ‘Meireles’ e ‘Barbosa’.

Com Nuno Santos na direcção de programa da RTP, foram contratados para a estação de serviço público, onde produziram a série ‘Lopes da Silva’ e ‘Diz que é uma espécie de magazine’. Com o fim do contrato com a RTP e a saída de Nuno Santos para a SIC, os Gato Fedorento acompanharam esse percurso. Não sem impor, antes, um período sabático de quase um ano. A ideia era ‘evitar o cansaço do público’. É certo que não fizeram programas mas que se fartaram de fazer anúncios publicitários, lá isso…

Agora estão de novo ao pequeno ecrã, com ‘Zé Carlos’.

De ‘Cuidado com a língua’ a ‘Zé Carlos’…

O galego é a língua em destaque no programa desta noite de ‘Cuidado com a língua’. O programa é emitido esta noite, pelas 21h20, e é o segundo programa da quarta série. Diogo Infante continua à frente do projecto, contando com a locução da jornalista Maria Flor Pedroso.

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O galego é o tema central deste episódio, considerada uma língua irmã do português, e contará com a participação especial de um convidado. Desta feita, Miguel Arce, director de Estudos Galegos em Lisboa.

Hoje, a RTP apresenta o novo concurso de dança, que terá apresentação de Sílvia Alberto. O programa chama-se ‘Olha quem dança’.

De regresso à televisão e à SIC no dia 5 de Outubro, ‘Gato Fedorento’ dá hoje a conhecer alguns detalhes do que será ‘Zé Carlos’. Num programa especial, moderado por Rita Ferro Rodrigues, e que vai mais logo para o ar, o quarteto apresenta o novo programa através de respostas colocadas por diversas pessoas entre conhecidos e anónimos.

No programa de hoje, Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis respondem a perguntas feitas, através de vídeo e e-mail, por espectadores e figuras conhecidas como o escritor Rui Zink, o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres e o actor João Reis.