O Estranho Caso de Angelica

O Estranho Caso de Angélica, de Manoel de Oliveira, estreia no Auditório de Serralves

O Auditório de Serralves apresenta, em antestreia nacional, o mais recente filme de Manoel de Oliveira, O Estranho Caso de Angélica, no próximo dia 27 de Abril às 21h30.

O Estranho Caso de Angélica integrou a selecção oficial do Festival de Cannes 2010, e foi exibido na secção “Un Certain Regard”. Integrou igualmente a selecção oficial dos Festivais de Cinema de Toronto e Nova Iorque.

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O filme, que chega às salas de cinema a 28 de Abril, conta a história de Isaac (Ricardo Trêpa), um jovem fotógrafo e hóspede da Pensão D. Rosa, na Régua, que é chamado com urgência por uma família abastada para tirar o último retrato da filha, Angélica (Pilar López de Ayala), uma jovem mulher que morreu logo após o casamento. Na casa em luto, Isaac descobre Angélica e fica estupefacto com a sua beleza. Quando encosta o olho à lente, a jovem parece voltar à vida, só para ele. Isaac apaixona-se instantaneamente por ela. A partir desse instante, Angélica irá assombrá-lo dia e noite, até à exaustão.

Além de Ricardo Trêpa e Pilar López de Ayala, O Estranho Caso de Angélica conta com as participações de Leonor Silveira, Luís Miguel Cintra e Isabel Ruth, entre outros.

Manoel de Oliveira dá nome a sala do Cinema São Jorge

Manoel de Oliveira vai dar nome a uma sala do Cinema São Jorge, em Lisboa.

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A inauguração da sala é no dia 28 de Abril, quinta-feira, e contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa.

Na abertura, será projectado o mais recente filme do cineasta, “O Estranho Caso de Angélica”.

Três filmes portugueses na lista dos 25 melhores do ano para a New Yorker

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Há três filmes portugueses na lista dos 25 melhores do ano para a conceituada revista norte-americana New Yorker.

É certo que um deles não é deste ano mas foi em 2010 que os norte-americanos deram por ele, por isso vale na mesma.

“O estranho caso de Angélica”, de Manoel de Oliveira (que celebrou 102 anos no sábado), surge no 8º lugar, seguindo-se “Meu querido mês de Agosto”, de Miguel Gomes, no 10º lugar. No 11º lugar está “Ne change rien”, de Pedro Costa.

A lista de melhores filmes da New Yorker é liderada por “Shutter Island”, de Martin Scorsese. No segundo lugar ficou “A rede social”, de David Fincher, e em terceiro “Somewhere”, de Sofia Coppola.

Manoel de Oliveira estreia O estranho caso de Angélica no Festival de Cinema Luso-brasileiro

O Festival de Cinema Luso-brasileiro começa domingo e dedica uma das suas edições com mais estreias de sempre ao realizador Manoel de Oliveira. O cineasta festeja, no dia 11, 102 anos e no 12, no encerramento do evento, estreia o seu mais recente filme, “O estranho caso de Angélica”.

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O festival realiza-se há 14 anos em Santa Maria da Feira, numa organização do cineclube local.

Manoel de Oliveira celebra aniversário

Manoel de Oliveira, o mais velho cineasta em actividade, apaga hoje 101 anos e celebra a data “em família, num jantar em casa”, no Porto, revelou o filho ao Correio da Manhã.

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Dentro de dias, na próximo semana, o neto Ricardo Trepa, protagonista de “Singularidades de uma Rapariga Loira”, irá apresentar o filme em Madrid e Barcelona, bem como o próximo filme de Oliveira. Para “O Estranho Caso de Angélica” o cineasta gostava de contar com a actriz brasileira Fernanda Montenegro.

Do elenco farão ainda parte Beatriz Batarda e Leonor Silveira.

Instituto do Cinema e Audiovisual define apoios

O Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) vai apoiar a produção de quatro longas-metragens portuguesas com um total de 2,6 milhões de euros, entre as quais o novo filme de Manoel de Oliveira.

"O estranho caso de Angélica" terá um apoio financeiro de 700 mil euros no âmbito do programa complementar de apoio à produção de longas-metragens de ficção referente a 2009.

Já o filme “Operação Outono”, de Bruno de Almeida, sobre o assassínio de Humberto Delgado, que conta com 600 mil euros de apoio do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), só deverá ser rodado em 2010.

A longa-metragem deverá ser rodada em Portugal, Espanha, Argélia, Marrocos, França e Itália e o elenco será maioritariamente português, embora nada tenha ainda sido decidido sobre quem serão os actores.

Manoel de Oliveira aborda terrorismo

Manoel de Oliveira vai abordar o terrorismo no seu próximo filme, “O Estranho Caso de Angélica”. O guião daquela que será a sua 29ª longa-metragem surgiu de um texto escrito pelo próprio realizador na década de 1950 e que foi rejeitado, na altura, pelo Secretariado da Informação.

O texto abordava o nazismo e passava-se no tempo de Hitler, mas agora foi adaptado para os tempos do terrorismo, revelou Manoel de Oliveira ao Correio da Manhã.

O realizador pretende rodar o filme este ano e estreá-lo em Cannes, no próximo. Mas ainda falta encontrar um produtor.

Filme de Manoel de Oliveira é exibido em antestreia nacional no 6º festival IndieLisboa

O próximo filme de Manoel de Oliveira será exibido em antestreia nacional no 6º festival IndieLisboa, que arranca a 23 de Abril.

“Singularidades de uma rapariga loura”, produzido pela Filmes do Tejo, será exibido no festival dias antes da estreia comercial nas salas de cinema, marcada para 30 de Abril.

Manoel_Oliveira_Ricardo_Trepa_1603 Manoel de Oliveira e Ricardo Trêpa

Co-produção entre Portugal, Espanha e França, trata-se de uma adaptação de um conto homónimo de Eça de Queirós, publicado no começo do século XX.

Ricardo Trêpa, Diogo Dória, Leonor Silveira, Júlia Buisel, Rogério Samora, Luís Miguel Cintra e Catarina Wallenstein, no papel de Luísa, a rapariga loura, fazem parte do elenco.

Rodado em Novembro e Dezembro, teve a primeira apresentação mundial em Fevereiro no Festival de Cinema de Berlim, onde Manoel de Oliveira foi distinguido com o Prémio Berlinale Kamera pelo total da sua obra.

Actualmente, Manoel de Oliveira está a trabalhar na produção do filme “O estranho caso de Angélica”.

O IndieLisboa, festival dedicado ao cinema independente, é organizado pela associação Zero em Comportamento, e decorrerá de 23 de Abril a 03 de Maio.

A programação será apresentada no dia 23 de Março em Lisboa.

Manoel de Oliveira recebeu a “Berlinale Kamera”

Manoel de Oliveira recebeu, ontem, no Festival de Berlim, a “Berlinale Kamera”, que distingue personalidades com grande ligação ao certame. O galardão foi entregue antes da estreia do novo filme do centenário realizador, “Singularidades de uma rapariga loura”.

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Antes, o cineasta homenageou o escritor Eça de Queiroz, após a apresentação à imprensa da película, adaptação de um conto do escritor português do século XIX.

Questionado sobre a sua idade, Oliveira fez questão de garantir que não tem mérito em ter completado 100 anos, o que considerou “um capricho da Natureza”. “Mas, quanto aos filmes, bons ou maus, sou responsável por eles”, frisou.

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Manoel de Oliveira é um “fervoroso defensor” do cinema de autor

Há certas coisas que de tão evidentes nem sequer necessitam que alguém as diga para serem, para existirem. Quando alguém as confirma, faz-se apenas o reconhecimento dessa evidência.

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É o caso das recentes declarações de Manoel de Oliveira. O decano cineasta assumiu-se, em Barcelona, como “defensor fervoroso” do cinema de autor, descrevendo o cinema comercial como “cinema de indústria” e um “aspecto negativo” da evolução do cinema.

A concluir a pós-produção de “Singularidades de uma Rapariga Loura”, o seu mais recente filme, que cumpriu 100 anos em Dezembro último, afirmou que “o cinema, tal como a vida, tem vindo a evoluir, e todas as evoluções têm aspectos positivos e negativos”. “O positivo”, diz, “foi o cinema de autor”. “O negativo foi o cinema comercial, sem o lado de artesão e entregue descaradamente à indústria”.

Defensor do cinema de autor, em concreto de países europeus, como a Espanha, França, Itália, Alemanha ou Rússia, o realizador acredita que este tipo de cinema “interessa mais a todos os que amam a sétima arte”. “O cinema de artesão leva sempre a obras distintas, ao passo que a indústria cria sempre o mesmo produto”, refere.

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