José Pedro Gomes

José Pedro Gomes e Rui Mendes são Os Reis da Comédia a partir de hoje

José Pedro Gomes e Rui Mendes começam hoje um ciclo de representações de “Os Reis da Comédia”, no Teatro Tivoli, em Lisboa. Para ficar em cena até 17 de Fevereiro.

reis_comedia

More

“As mulheres não percebem” só até ao final do mês

“As mulheres não percebem” fecha a temporada a 30 de Abril no Teatro Tivoli BBVA. A peça, encenada por José Pedro Gomes, tem interpretações de Aldo Lima, André Nunes e Rui Unas.

As_mulheres_nao_percebem

São amigos de longa data, na casa dos trinta, com histórias em comum mas diferentes perspectivas de vida. Conversam sobre carrinhas, mulheres, trabalho, mães e outras coisas.

A peça sobe ao palco de quinta a domingo e os bilhetes custam entre 12,5 e 20 euros.

“Fuga” no Casino Espinho

O Auditório do Casino Espinho recebe nas noites de 1 e 2 de Junho a peça de teatro “Fuga”, com Maria Rueff, José Pedro Gomes, Jorge Mourato, João Maria Pinto e Sónia Aragão.

FUGA_press

More

“As mulheres não percebem” tem estreia a 19 e ensaio geral solidário a 16 de Abril

“As mulheres não percebem” é a primeira encenação de José Pedro Gomes em que não participa como actor. No passado, já se tinha autodirigido nas peças “Coçar onde é Preciso” e “Vai-se Andando”, agora assume a direcção de um espectáculo onde não sobe ao palco.

as mulheres nao percebem

More

“A Fuga” no Teatro Municipal de Vila do Conde

A história é simples: Um ministro demite-se na sequência de um escândalo de corrupção que lhe destrói a carreira política. A mulher, dele, foge com o jornalista que revelou o caso. É o caos na vida de Vicente Calado. Pensa em medidas definitivas quando uma vendedora ambulante lhe bate à porta.

a_fuga

More

“Fuga” com ensaio geral para beneficiar a Operação Nariz Vermelho

fuga

Maria Rueff, José Pedro Gomes, Jorge Mourato, João Maria Pinto e Sónia Aragão estão a preparar o espectáculo “Fuga”, uma comédia apresentada como “nem tudo o que parece é”. A peça estreia a 21 de Outubro, no Teatro Tivoli, em Lisboa.

No dia anterior, 20, portanto, será feito um ensaio geral com público, numa sessão especial cujo bilhete custa 5 euros, com a receita a reverter para a Operação Nariz Vermelho, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) sem fins lucrativos, que desde 2002 promove, todas as semanas, visitas dos Doutores Palhaços às enfermarias de vários hospitais do país, com o principal intuito de transformar momentos, tornando mais alegres as vivências das pessoas hospitalizadas, seus familiares e profissionais de saúde.  

A Operação Nariz Vermelho garante visitas semanais, durante 42 semanas por ano, aos 12 hospitais abrangidos pelo programa. A equipa de artistas é constituída por 20 Doutores Palhaços e nos bastidores trabalham 6 profissionais.

Quanto à peça, é de Jórdi Galcerán, com encenação de Fernando Gomes, tradução de Joaquim Monchique e música de Alexandre Manaia.

Eis a sinopse:

More

Família Mata chega à SIC a 7 de Março

Chama-se “Família Mata”. É uma comédia de situação da SIC e tem, no elenco, José Pedro Gomes (na imagem), Rita Blanco, Maria João Abreu e Marco Horácio, entre outros. A série será emitida em horário nobre de segunda a sexta-feira, a partir de 7 de Março.

josepedrogomes_0902

É uma produção da SP Televisão, realizada por Jorge Queiroga. É a história de um clã familiar liderado por Artur Mata (José Pedro Gomes), um "empresário aldrabão". Estão contratados 75 episódios de cerca de 30 minutos cada.

José Pedro Gomes faz A Família Mata para a SIC

José Pedro Gomes vai regressar em breve à televisão, vestindo a pele de um "empresário aldrabão", Artur Mata, na série de humor “A Família Mata”, uma nova aposta da SIC para o horário nobre, adianta o jornal Correio da Manhã.

jose-pedro-gomes-2211

Rita Blanco e Marco Horácio deverão juntar-se ao actor num elenco que inclui também Maya Booth e André Nunes.

A série, cujas gravações começam em Janeiro, terá 80 episódios e vai acompanhar as vivência dos vários elementos da família.

Morreu António Feio

António Feio morreu, esta quinta-feira, pelas 23h25, no Hospital da Luz, em Lisboa. Estava internado há cerca de duas semanas em fase terminal de um cancro no pâncreas.

António_Feio_3007_1

O actor e encenador, de 55 anos, perdeu a guerra contra o cancro que o atingiu em Março do ano passado.

Nasceu em 1954 em Lourenço Marques, actual Maputo. Aos 12 anos, já em Portugal, estreou-se no Teatro Experimental de Cascais. Trabalhou na televisão e no cinema, participando ainda em folhetins na rádio e campanhas publicitárias.

António_Feio_3007_2

Representou centenas de personagens, no cinema, televisão e no teatro onde construiu o grosso da carreira. Entre os trabalhos mais conhecidos estão as peças “O que Diz Moleiro”, baseado no romance homónimo de Dinis Machado, e a “Conversa da Treta", com argumento dele próprio e de José Pedro Gomes, uma sátira sobre a sociedade moderna, que fazia uso de duas personagens de baixa condição social. As personagens de Zezé e Toni ficam para a história do teatro de comédia em Portugal.

António Feio nunca desistiu de lutar e tentou tudo para derrotar a doença, que acabou por ser mais forte.

No último Dia Mundial do Teatro, em Março, o Presidente da República tornou António Feio comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Uma das suas última aparições foi uma promoção do filme Contraluz, de Fernando Fragata, na qual aborda a necessidade de aproveitar a vida.

“Vai-se andando” em digressão nacional

Vai-se Andando-1802

Foram quase quatro meses de representação em Lisboa, com 40 mil espectadores. Agora, a comédia "Vai-se andando" parte em digressão nacional que conta com espectáculos agendados até Maio.

Para começar, o Teatro Viriato, em Viseu, recebe a peça até sábado. Entre 25 e 27 o espectáculo encenado por António Feio e protagonizada por José Pedro Gomes será representado no Coliseu do Porto.

Em Março, "Vai-se andando" chega a Oeiras, Sever do Vouga, Estarreja, Torres Novas, Guimarães, Figueira da Foz e Faro. Em Abril será representada em Leiria, Vila Real, Bragança, Coimbra, Aveiro, Seia e Caldas da Rainha. Já em Maio sobe ao palco de salas de espectáculo de Lousada, Macedo de Cavaleiros, Águeda, Castelo Branco, Famalicão e Ílhavo.

A peça é composta por textos de sete autores, entre os quais Nuno Artur Silva, Filipe Homem Fonseca, Luísa Costa Gomes, Henrique Dias, Eduardo Madeira, Nuno Markl e Nilton.