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EMI edita inéditos de Pink Floyd

A EMI vai lançar, a partir de Setembro, canções dos Pink Floyd até agora inéditas, anunciou a editora. As faixas serão recuperadas dos arquivos e vão fazer parte de um conjunto de lançamentos que se estenderá por vários meses e incluirá conjuntos de CDs para colecionadores e gravações de estúdio remasterizadas.

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Há quatro meses a editora e os elementos da banda chegaram a um acordo para prolongar o contrato por mais cinco anos, encerrando um processo judicial que tinha começado no ano passado.

Pink Floyd estavam ligados à EMI há mais de 40 anos. A banda já vendeu mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo.

EMI precisa de 135 milhões de euros

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A editora EMI precisa de um financiamento de 135 milhões de euros até Junho para pagar dívidas ao Citigroup. O grupo financeiro fez um empréstimo aos actuais donos da editora, Terra Firma, e caso o valor não seja pago, vai tornar-se proprietário da companhia discográfica.

A Warner poderá, nesse caso, apresentar uma proposta de compra.

A EMI teve prejuízos na ordem dos dois mil milhões de euros em 2009 e precisa de mais dinheiro para sobreviver. Todas as tentativas de acordos de distribuição com duas outras multinacionais, Universal e Sony, não se concretizaram.

A EMI edita Beatles, Pink Floyd, Coldplay ou Lily Allen, por exemplo.

Estúdios Abbey Road à venda

O estúdio de gravação londrino Abbey Road, imortalizado pelo álbum, com o mesmo título, dos Beatles, foi colocado à venda pela EMI. Afectada por uma elevada dívida, a empresa está à procura de compradores para o Abbey Road Studios.

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A EMI está em conversações com alguns interessados mas os seus responsáveis preferem não comentar.

No Abbey Road, além dos Beatles, gravaram o compositor clássico Edward Elgar, bandas pop e rock como Pink Floyd e Radiohead, o maestro Yehudi Menuhin e bandas dos anos 1980 como Spandau Ballet e Simple Minds, assim como Mike Oldfield e Jeff Beck.

Entretanto, a notícia desencadeou uma campanha popular em favor de transformar o estúdio em património nacional do Reino Unido. A iniciativa partiu do director de um programa radiofónico da BBC, Chris Evans, e do ex-beatle Paul McCartney.

Robbie Williams embolsa 50 milhões com novo contrato

O sucesso de Robbie Williams já não é o mesmo de outros tempos mas, ainda assim, o cantor britânico poderá embolsar em breve mais 50 milhões de libras (cerca de 55 milhões de euros), com um novo contrato discográfico.

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O jornal britânico New Musical Express (NME) avançou que a verba será paga pela editora que o ex-Take That escolher. E o cantor, assegura o agente, tem várias propostas em mãos e está a estudá-las. Pode até renovar pela EMI.

Robbie Williams terminou, com o novo “Reality Killed the Video Star”, um contrato para quatro disco, pelo qual embolsou 55 milhões de libras (61 milhões de euros).